A Sete Engenharia apresentou uma proposta oficial para comprar o potencial construtivo do Vasco. O canal Atenção, Vascaínos! divulgou a informação exclusiva sobre o forte interesse da companhia goiana na operação financeira. A empresa manifestou o desejo de assumir o direito urbanístico após a surpreendente desistência formal da SOD Capital nas últimas semanas de negociação. A diretoria executiva do clube carioca analisa os termos do documento entregue pelos representantes do grupo empresarial na sede administrativa. A operação mercadológica viabilizará a reforma completa e a modernização profunda do estádio de São Januário nos próximos anos do calendário esportivo.
O cancelamento do acordo verbal anterior devolveu o cobiçado ativo do departamento de futebol ao mercado imobiliário da cidade do Rio de Janeiro. A concorrência pelas cotas de construção cresceu rapidamente com a reabertura do prazo legal estipulado pela prefeitura municipal para os lances de compra. O presidente Pedrinho centraliza os contatos telefônicos com os novos investidores imobiliários interessados na grandiosa planta arquitetônica aprovada. A venda dos certificados gerará um montante que já ultrapassa os R$ 500 milhões direcionados exclusivamente para as obras de infraestrutura esportiva.
Quem é a Sete Engenharia?
A nova parceira comercial desponta como uma potência consolidada há 49 anos no disputado mercado da construção civil e da engenharia geotécnica nacional. A sede principal da companhia funciona em Goiânia com um quadro extenso de profissionais especializados na execução de fundações profundas de alta complexidade. A revista especializada O Empreiteiro classifica o grupo como uma das maiores organizações do segmento de fundações pesadas do território brasileiro de forma ininterrupta desde o ano de 2003. A instituição acumula um portfólio gigantesco de obras públicas e empreendimentos privados espalhados por todas as vastas regiões do país.
Os executivos goianos enxergaram uma oportunidade única de lucro e visibilidade com a compra dos direitos construtivos vinculados ao projeto arquitetônico cruzmaltino. A marca institucional ganharia um peso imenso ao associar o seu nome à maior obra esportiva da capital fluminense programada para a atual década. O departamento de engenharia da empresa domina as técnicas necessárias para executar fundações seguras em terrenos desafiadores e grandes obras de infraestrutura logística. A solidez financeira atestada pelos balanços anuais da instituição agrada profundamente os rigorosos conselheiros estatutários vascaínos encarregados da minuciosa análise de risco.

Andamento do potencial construtivo do estádio do Vasco
O processo de venda do potencial construtivo encontrou entraves burocráticos significativos no início do ano de 2026 com a saída da antiga gestora dos papéis. A ausência do aporte financeiro paralisou as demolições previstas no cronograma original de engenharia assinado pelos renomados arquitetos contratados pela associação esportiva. O clube aguardava a finalização da venda dos 250 mil metros quadrados para iniciar o isolamento do terreno e o desmonte das arquibancadas antigas de concreto. A entrada imediata da nova interessada devolve o fôlego financeiro exigido para o pagamento da mão de obra terceirizada no gigantesco canteiro de obras.
A Prefeitura do Rio exige clareza nas garantias de pagamento das cotas fracionadas do terreno esportivo durante as reuniões de apresentação dos novos compradores. A diretoria cruzmaltina trabalha ativamente nos corredores do mercado financeiro para fechar o novo contrato de aquisição milionária o mais rápido possível na temporada. O fundo de investimentos assumirá a exclusividade de revenda dos cobiçados metros quadrados para grandes incorporadoras responsáveis por novos prédios residenciais na cidade. O sucesso total da alienação imobiliária transformará o tradicional complexo esportivo em uma arena multiuso moderna com capacidade superior aos atuais 20 mil lugares.

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