O planejamento do Vasco da Gama para o meio-campo em 2026 sofreu ajustes importantes devido às circunstâncias médicas e técnicas do elenco. A diretoria e a comissão técnica definiram o futuro de peças que estavam sob avaliação, criando dois cenários distintos: quem joga para ficar e quem joga para sair. O caso mais emblemático é o do volante argentino Juan Sforza. Embora esteja escalado para participar da disputa do Campeonato Carioca, o jogador não faz parte dos planos para a sequência da temporada.
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Estratégia de venda no Vasco
A utilização de Sforza no Estadual é puramente estratégica: o clube quer colocá-lo na vitrine para atrair interessados. O objetivo do departamento de futebol é claro: buscar um novo empréstimo ou, preferencialmente, uma venda em definitivo para recuperar parte do investimento e abrir vaga de estrangeiro. Sua permanência no elenco principal para o Brasileirão está praticamente descartada.

Lesões abrem brecha para dupla
Por outro lado, a necessidade falou mais alto para outros dois atletas: o recém-retornado Maxime Dominguez e a joia da base JP. Ambos serão “observados de perto” e terão oportunidades reais de mostrar serviço. A decisão passa diretamente pela escassez de opções no setor. Com as graves lesões de Mateus Carvalho e Jair, que só têm previsão de retorno para o segundo semestre, o Vasco se viu obrigado a encontrar soluções caseiras.
Atualmente, o técnico Fernando Diniz conta com um número reduzido de volantes disponíveis: apenas Barros, Thiago Mendes, Tchê Tchê e Hugo Moura (que também pode ser negociado) estão aptos. Diante desse cenário de “cobertor curto”, Maxime e JP ganham uma sobrevida crucial para provarem que podem ser úteis na rotação do time enquanto os titulares se recuperam no estaleiro.

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