O Vasco da Gama saiu do Maracanã derrotado e profundamente irritado com a arbitragem no clássico contra o Flamengo. Após o revés por 1 a 0 nesta quarta-feira (21), o técnico Fernando Diniz utilizou a entrevista coletiva para protestar contra a expulsão direta do volante Cauan Barros, ocorrida logo no início do segundo tempo.
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“Negócio sem sentido”
Diniz foi contundente ao analisar o lance, discordando totalmente da interpretação do árbitro Bruno Arleu de Araújo. O treinador argumentou que não houve intensidade para justificar o cartão vermelho direto:
“É uma expulsão, para mim, ridícula, um negócio sem sentido. Eu sinceramente ainda não consegui entender. O cara está passando, não sei se o Barros tentou dar um ‘totó’ no cara. Não tem nada, não tem força excessiva, risco de lesionar o jogador, nada. Aí tem uma câmera que eles pegam, que para, com a perna da chuteira do Barros perto da panturrilha… Não tem força nenhuma ali, zero. É uma expulsão que condiciona muito o que poderia ser o segundo tempo.”

Técnico do Vasco aponta falta de critério
O comandante do Vasco também apontou a inconsistência nas decisões da arbitragem, comparando a expulsão de seu jogador com uma falta sofrida por Andrés Gómez na etapa inicial, que, na visão dele, foi ignorada ou punida com menos rigor. Diniz finalizou com uma previsão dura sobre o nível da arbitragem no país:
“Teve um lance um pouco antes no primeiro tempo, com o Andrés Gómez, que o cara chuta no alto, pega no pé dele… eu nem acho esse lance para expulsão, mas esse do Barros foi muito menos. Você vai ver que o campeonato vai acontecer, Carioca e Brasileiro, e o critério não vai ser o mesmo. Um lance como esse não vai acontecer a expulsão. Com aquela contundência ainda, com aquela vontade de expulsar, vai ser muito difícil acontecer.”
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