A contagem regressiva começou em São Januário. Faltam exatamente duas semanas para o fechamento da primeira janela de transferências do futebol brasileiro, no dia 3 de março. O Vasco da Gama corre contra o tempo para fazer suas últimas movimentações, com um alvo definido e uma estratégia financeira clara: contratar um volante titular sem comprometer o orçamento reservado para o futuro.
Embora o clube tenha dinheiro em caixa para novos investimentos, a diretriz interna é não gastar um montante elevado neste momento. A diretoria entende que já realizou aportes significativos com as chegadas de Andrés Gómez, Brenner, Marino Hinestroza, Alan Saldivia, Spinelli e Cuiabano. Por isso, a “bala de prata” financeira está sendo guardada para a janela do meio do ano, quando as oportunidades no mercado europeu são mais vastas e qualificadas.
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O perfil do reforço: titular e viável
A busca por um volante continua sendo a prioridade, mas a missão não é simples. O clube mapeia nomes que possam chegar por empréstimo ou que estejam em fim de contrato. A exigência técnica é alta: o Vasco não quer um jogador para compor elenco, mas sim alguém que chegue para assumir a titularidade.
Os nomes que agradaram inicialmente estavam acima da realidade financeira atual, o que obrigou o departamento de futebol a ser criativo nestes dias finais.

Possíveis saídas do Vasco
Enquanto busca um reforço pontual, o Vasco também trabalha na gestão do elenco atual. Após confirmar 16 saídas — o que ajudou a enxugar a folha salarial de 2026 —, novos empréstimos não estão descartados.
A diretoria avalia ceder os meias Estrella e JP para outras equipes. O objetivo é repetir o modelo aplicado ao atacante GB, emprestado ao Fortaleza: dar minutagem e experiência aos jovens que estão sem espaço no time principal neste momento.

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