A diretoria do Vasco da Gama adotou uma postura firme no mercado da bola nesta semana. Diante do interesse concreto do futebol europeu, o clube decidiu priorizar o aspecto esportivo e recusou uma oferta oficial do Torino, da Itália, pelo volante Cauan Barros. Segundo informações do portal RTI Esporte, a proposta rejeitada girava em torno de 5 milhões de euros (cerca de R$ 31,3 milhões na cotação atual) pelos direitos econômicos do jogador de 21 anos.
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Estratégia de renovação no Vasco
A negativa aos italianos veio acompanhada de um plano de valorização imediata. Ciente de que o atleta está na vitrine, o Vasco já prepara uma proposta de renovação contratual para estender o vínculo de Barros até o final de 2029. O objetivo é conceder um aumento salarial e, principalmente, elevar o valor da multa rescisória para níveis que afastem investidas “baixas” do exterior.
A estratégia é semelhante à utilizada recentemente com o atacante Rayan: blindar as joias da base para garantir que elas só saiam por valores astronômicos ou após darem retorno técnico consistente. Hoje, a multa de Barros já é estipulada em 50 milhões de euros (R$ 313,9 milhões), mas o clube quer reforçar ainda mais essa segurança jurídica.
Importância para Diniz
A manutenção de Barros é tratada como vital para o técnico Fernando Diniz. O volante retornou de empréstimo do América-MG em agosto do ano passado e rapidamente se tornou peça-chave na engrenagem da equipe, assumindo a titularidade absoluta na reta final de 2025.
Com as lesões graves de Jair e Mateus Carvalho (que só voltam no segundo semestre), perder Barros agora seria desastroso para o planejamento do meio-campo. Em 2025, ele disputou 24 jogos e marcou um gol, mostrando segurança e vigor físico que o tornaram imprescindível para o início da temporada de 2026.

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