Uma expressão triste virou rotina nos jogos do Vasco longe do Rio de Janeiro. O time carioca tem sofrido com graves desatenções nos minutos finais de seus compromissos. O roteiro cruel resultou em empates amargos fora de casa.
A equipe comandada por Renato Gaúcho deixou escapar seis pontos fundamentais nessas três partidas do Campeonato Brasileiro. O Cruz-Maltino ocupa atualmente a modesta 12ª colocação na tabela do torneio nacional. A pontuação estagnou em 13 pontos devido aos vacilos recentes.
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A sina da bola aérea nos acréscimos
O padrão dos gols sofridos preocupa imensamente a comissão técnica. Os dolorosos empates contra Cruzeiro, Coritiba e Remo tiveram origem em jogadas de bola aérea. O sistema defensivo cruz-maltino tem falhado de forma sistêmica na reta final.
No Mineirão, o garoto Japa marcou de cabeça aos 45 minutos. No Couto Pereira, Alan Saldivia fez gol contra aos 44 minutos após um cruzamento rasteiro que desviou. O pesadelo aéreo se repetiu no Mangueirão no último sábado. O zagueiro Marllon subiu livre para empatar o jogo aos 39 minutos da etapa complementar.
O gosto amargo do elenco do Vasco
A frustração tomou conta dos jogadores após o apito final em Belém. O volante Thiago Mendes resumiu perfeitamente o sentimento do grupo em entrevista. Ele cobrou foco total na defesa para evitar novos tropeços:
“Ponto amargo que a gente leva para a casa.”
O experiente atleta pediu uma autocrítica severa aos companheiros de clube:
“Temos que repensar, temos que focar mais, melhorar na bola parada. Ficou o gosto amargo do empate.”
A mesma expressão já havia sido utilizada pelo auxiliar Bruno Lazaroni para definir a estreia na Copa Sul-Americana contra o Barracas Central.

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