O estado do gramado de São Januário voltou a ser alvo de críticas após a partida do Vasco contra o Paysandu pela Copa do Brasil nesta última quarta-feira (13). Imagens capturadas durante o confronto revelam diversas falhas, buracos e uma coloração irregular em vários setores do campo.
Mesmo com a classificação garantida, a qualidade do piso onde a equipe atua como mandante preocupa a comissão técnica para a sequência da temporada nacional. Além disso, o estado do gramado repercutiu também nas redes sociais entre torcedores e jornalistas.
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Auxiliar do Palmeiras chamou campo de “batatal”
As críticas ao gramado de São Januário não são novidade nesta temporada. Após derrota para o Vasco pelo Campeonato Brasileiro, o auxiliar do Palmeiras, João Martins, fez forte reclamação sobre as condições do campo:
“Na televisão não dá para ver, mas parece que plantaram batatas”.
O auxiliar ainda reclamou dos desníveis do gramado e afirmou que a chuva piorou as condições durante a partida. Na época, integrantes do Vasco defenderam o campo e rebateram as críticas.

Vasco realizou intervenções recentes no gramado
Nos últimos anos, o Vasco promoveu mudanças e tratamentos no gramado de São Januário em parceria com a Greenleaf, empresa responsável também pelo Maracanã.
As falhas anteriores foram justificadas como uma mutação nas camadas de grama do estádio. Para resolver o problema, o CRVG investiu em uma troca completa para o tipo Bermuda Celebration, uma grama híbrida composta por 90% de fibras naturais e 10% sintéticas. Apesar do alto custo envolvido em uma grana alta por um gramado de ponta, as imagens mostram que o resultado visual e prático ainda é insatisfatório.
O clube associativo busca agora entender por que a tecnologia de ponta instalada pela Greenleaf não está resistindo à sequência de jogos em São Januário.
A modernização da infraestrutura é uma das bandeiras da gestão atual para garantir que o time tenha o melhor desempenho possível em casa. Sem um campo de qualidade, o estilo de jogo veloz do Vasco acaba sendo neutralizado pelo próprio terreno, aumentando o risco de tropeços e lesões. O desafio imediato é transformar o “batatal” em um gramado de elite antes que as críticas externas comecem a afetar a moral do elenco e a confiança dos investidores.

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