O volante Paulinho, um dos pilares do Vasco na campanha de 2023, vive um momento de completo ostracismo em São Januário. Embora tenha voltado a campo no último domingo (16), após quase dois meses, sua utilização por poucos minutos apenas evidenciou seu status atual: o de última opção para o meio-campo de Fernando Diniz. Com o contrato perto do fim, sua saída é tratada como inevitável.
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Atleta ficou quase dois meses sem atuar
A falta de prestígio do jogador com a comissão técnica ficou clara no empate com o Ceará. Mesmo com o time precisando de alterações no meio-campo, Diniz preferiu improvisar o atacante Nuno Moreira na função em vez de utilizar Paulinho. O volante só entrou aos 41 minutos do segundo tempo, em um momento em que a equipe já contava com vários desfalques no setor.
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Antes disso, sua última partida pelo Vasco havia sido em 22 de julho. No período, ele amargou o banco de reservas em oito jogos consecutivos.

Grave lesão em 2024 foi o ponto de virada
A trajetória de Paulinho no Vasco mudou drasticamente após a grave lesão que sofreu no início de 2024. A ruptura do ligamento do joelho o afastou dos gramados por 10 meses. Desde seu retorno, ele não conseguiu recuperar a forma física e técnica que o tornaram titular absoluto e herói da permanência na Série A em 2023, quando marcou um gol decisivo na última rodada.
Com o contrato se encerrando em dezembro deste ano e sem espaço no planejamento de Fernando Diniz, a tendência natural é que o vínculo de Paulinho não seja renovado. O ciclo de um jogador que foi fundamental para o clube em um passado recente, portanto, se aproxima de um final melancólico e silencioso.

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