A crise gerada pela goleada na Copa Sul-Americana teve um novo e tenso capítulo nesta quinta-feira. Com autorização do presidente Pedrinho, membros da Força Jovem, principal torcida organizada do clube, entraram no CT Moacyr Barbosa. Eles tiveram uma conversa de cobrança com jogadores, o técnico Fernando Diniz e a diretoria, incluindo o executivo Admar Lopes.
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Diniz busca diálogo e pede confiança
O técnico Fernando Diniz foi uma das figuras centrais da conversa. Ele adotou um tom de empatia com a frustração dos torcedores. Além disso, reconheceu o longo período de sofrimento do clube e pediu um voto de confiança, prometendo dedicação total para mudar o cenário. O treinador do Vasco afirmou:
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“Vocês, da torcida… Vocês estão de saco cheio, quem tá mais de saco cheio são vocês, pô. Fodidos aí há 20 anos. E não pode mais. O Vasco vai mudar. Porque não é possível o negócio ficar assim. Eu tô aqui porque eu quero pra caralho… Eu vou dar a minha vida.”
O discurso do técnico tentou construir uma ponte com a arquibancada. Fontes indicam que os torcedores, entre as cobranças, pediram mais oportunidades para os jogadores da base.
Presidente do Vasco autoriza e novo conflito surge
A decisão de Pedrinho de permitir a entrada da organizada é uma estratégia de gestão de crise de alto risco. Se por um lado ela abre um canal de diálogo direto, por outro, expõe ainda mais o elenco. A prova disso foi o agravamento da crise com o zagueiro João Victor.
O atrito, que começou com um deboche do jogador em Quito, escalou. O presidente da Força Jovem, Fabinho, declarou que a partir de agora o problema com o zagueiro “é pessoal”, criando um foco de tensão que a diretoria precisará administrar com urgência.
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