Ao canal de podcast Flow Sports Club, o ex-gerente de futebol Alexandre Pássaro, deu declarações importantes sobre seu trabalho e também sobre seu tempo de Vasco da Gama.
Sobre a SAF, Pássaro disse que não há outra solução para um clube sufocado pelas dívidas. Disse que é devido a elas que o mercado de passes do Vasco dificilmente é bom, e o ambiente em sua maioria está negativo. Jogadores não querem vir para o Vasco por medo de não receberem, e isso limita contratações. No entanto, como já houve a injeção de um empréstimo-ponte no valor de R$ 70 milhões e com ele a quitação de algumas dívidas e salários, hoje o ambiente é outro, mais positivo e produtivo.
Pássaro disse que no mês passado participou de um almoço no Vasco e que percebeu outro ambiente, tanto de jogadores como de funcionários. Uma outra atmosfera, de gente que recebe em dia. Confira abaixo o que disse o ex-gerente do futebol vascaíno sobre a SAF:
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Sobre sua chegada ao “Gigante da Colina”, Pássaro revelou que quando da ocasião de um duelo contra o Fluminense, em seus tempos de São Paulo, mais precisamente no dia 26 de dezembro de 2020, recebeu ligação do então eleito presipresidente Jorge Salgado e ali tudo começou:
Falando das dificuldades de se trabalhar em ambiente politicamente tão caótico, Pássaro citou ocasião na qual recebeu ata de reunião de grupos políticos com três deliberações políticas e nada científicas, ligadas ao esporte como ciência. Eram elas: contratação do Nenê, de qualquer outro atleta para diminuir a pressão e por último apresentar um “plano de impacto” para o clube:
Apesar de ter recebido muitas críticas por parte da torcida, Pássaro não deixou de reconhecer que ela é única no quesito paixão e apoio. O tipo de torcida que critica na segunda-feira, mas que na quarta e no fim de semana volta a apoiar:
Pássaro agradece pelo que chama de “marca no currículo”. Ter passado pelo Vasco foi uma experiência que ele levará para o resto da vida e agradece demais tudo que viveu no clube, mesmo com mais momentos ruins que bons.
Sobre as críticas que recebeu do comunicador Casimiro Miguel, o “Cazé”, pouco antes da sua saída do posto de gerente de futebol, Pássaro disse que de início demorou a entender, pois não conhecia o ilustre vascaíno, mas que quando foi ver o seu trabalho, percebeu que se tratava de um fenômeno:






