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Papo de domingo: Unidos pelo mesmo ideal

Lucas Rodrigues Por Lucas Rodrigues
20 de dezembro de 2020
Em Notícias do Vasco
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Papo de domingo: Unidos pelo mesmo ideal

Foto: Acervo Pessoal

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UNIDOS PELO MESMO IDEAL

Leandro A. Rodrigues

No dia 08 de novembro de 2014, Vasco da Gama e ABC enfrentaram-se, em um sábado à tarde, pela 34º Rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. Lembro-me de que iria, na semana seguinte (no dia 14), ser submetido à terceira cirurgia na coluna lombar, por isso não haveria mais possibilidade de, em 2014, assistir a algum jogo em um Estádio de futebol.

Vinícius e Rafael, os meus gêmeos, estavam com cinco anos e oito meses. Pela primeira vez iam ao Maracanã para assistir a um jogo do Vasco. Tinham ido ao, outrora, Maior Estádio do Mundo, apenas, na Copa das Confederações, no ano anterior, quando assistimos ao golaço de falta de Pirlo, no jogo da Itália contra o México. Em São Januário, conforme mencionei na crônica “O Canto da Torcida”, já tinham estado em outras ocasiões.

Assim que desembarcamos, no Estacionamento da UERJ, começamos a sentir aquele clima delicioso de dia de jogo. Ambulantes vendendo água, cerveja, refrigerante e afins. Tinham, ainda, os que vendiam camisas, bandeiras, copos e todos os possíveis apetrechos do nosso Gigante da Colina. Uma infinidade de transeuntes nos arredores do “Mário Filho”, assim como o grande número de pessoas nos bares no entorno do “Templo Sagrado” do futebol.

Meus filhos, como sempre, caminhavam, em direção aos portões de entrada, segurando, de forma apertada, cada qual uma das minhas mãos. Era possível ver nos olhinhos deles a necessidade de apreensão de tudo ao redor. Quando alguém passava por nós, entoando algum canto do nosso amado Vasco da Gama, eles se empolgavam e, sem soltarem as minhas mãos, acrescentavam mais duas vozes ao coro dos cruz-maltinos que nos ultrapassavam em direção às principais entradas do Estádio. Ao presenciar aquilo, emocionado, inevitavelmente, lembrei-me da sensacional frase de Cyro Aranha: “Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal”. Era, de fato, a concretização daquela sentença ali, na minha frente.

Foi, então, quando ainda estávamos fora do Estádio, que o Vini, sorrindo, virou para mim e disse:

– Pai, tem muita gente!

Fael, com entusiasmo, completou:

– Pai, eu nunca vi tanto VASCAÍNO junto!

Logo depois, entramos, acomodamo-nos, mas as duas frases ficaram ecoando em meu interior. Não disse nada a eles tampouco aos que estavam comigo (meu pai e meu grande amigo/irmão, André, companheiros constantes de minhas idas aos Estádios de Futebol). Todavia, em silêncio, nas cadeiras do Maracanã, no meio de cantos e de bandeiras desfraldadas, fiquei pensando a respeito do poder do futebol. Fiquei pensando sobre os elementos em comum que nos movem. Olhei para o céu e estava, ainda, um sol deslumbrante. Era um sábado à tarde, de novembro, com uma Primavera a antecipar um Verão. Não era um jogo que valia um título importantíssimo. Era um jogo da Série B… Mesmo assim, 42.408 pagantes e 49.460 presentes, certos de que nos momentos mais difíceis é que a torcida tem de se fazer marcante, estavam reunidos em prol de uma PAIXÃO, de uma LOUCURA: torcer para o clube do coração. Poderiam estar na praia, no cinema, no teatro, no Shopping ou no sofá de casa. Enfim… poderiam estar em tantos lugares; no entanto, estavam ali, ávidos por apoiar o time na luta inglória do retorno à elite do futebol.

Momentos antes de o jogo começar, olhei ao redor. Algo bonito de se ver. Uma diversidade maravilhosa. Como disse o Vini: “Muita gente”! Como disse o Fael: “Tanto VASCAÍNO junto”! Não foi o maior público que presenciei no Maracanã. No passado, quando ainda era possível, estive em decisões com mais de 100.000 presentes (hoje, a capacidade total do Maracanã é de 78.838 espectadores, porém, dificilmente, este número de ingressos é disponibilizado por diversos motivos). Mas, naquele momento, as palavras dos meus filhos e a realidade do clube, impulsionaram-me a uma reflexão que, até aquele dia, ainda não havia sido impulsionado. Encher um estádio em uma final é fácil. É estar em busca da possibilidade da fartura e da alegria. Agora, encher um estádio, em um jogo de série B, significa a cumplicidade do amor eterno, a certeza de estarmos (e sempre estaremos) unidos pelo mesmo ideal: torcer pelo VASCO DA GAMA.

Saudações Vascaínas!

 

Tags: CrônicaLeandro A. RodriguesPapo de DomingoUNIDOS PELO MESMO IDEAL
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